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.:: APRESENTAÇÃO | PRESENTACIÓN ::.

 

O X Congresso Latino-americano de Psicologia – Ulapsi 2025 com o tema «Limites e desafios da constituição das subjetividades latino-americanas«, na modalidade presencial em São Paulo – Brasil.

 

DATA: 31 de julho a 02 de agosto de 2025

LOCAL: Universidade Paulista (Unip) / Campus Paraíso – Rua Vergueiro, 1211, Paraíso – São Paulo/SP – Brasil

EIXOS PRINCIPAIS:

Eixo I – Impactos subjetivos da violência estrutural na América Latina

Eixo II – Contribuições da Psicologia para as políticas de garantia e ampliação de direitos

Eixo III – Intervenções comunitárias da Psicologia e desafios dos territórios latino-americanos

Eixo IV – Subjetividade e caminhos da democracia na América Latina

Eixo V – Psicologia e lutas coletivas para a construção do Bem Viver

****Confira abaixo a ementa de cada eixo.

 

MODALIDADES PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS:

Prazo até 20/05 (INSCRIÇÕES ENCERRADAS):

  • Mesa Redonda, Roda de Conversa Temática, Comunicação Oral para Mesa de Trabalhos Livres e Pôster

Prazo até 20/06:

 

ORGANIZAÇÃO DO CONGRESSO:

União Latino-americana de Entidades de Psicologia

Conselho Federal de Psicologia – CFP

Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região – CRP SP

 

DÚVIDAS:

E-mail: congresso2025@ulapsi.org

Whatsapp: +55 11 94165-9714

El X Congreso Latinoamericano de Psicología – Ulapsi 2025 con el tema «Límites y desafíos de la constitución de las subjetividades latinoamericanas«, de manera presencial en São Paulo – Brasil.

 

FECHA: 31 de julio al 2 de agosto de 2025

LOCAL: Universidad Paulista (Unip) / Campus Paraíso – Rua Vergueiro, 1211, Paraíso – São Paulo/SP – Brasil

EJES PRINCIPALES:

Eje I – Impactos subjetivos de la violencia estructural en América Latina

Eje II – Aportes de la Psicología a las políticas para garantizar y ampliar derechos

Eje III – Intervenciones comunitarias en Psicología y desafíos en territorios latinoamericanos

Eje IV – Subjetividad y caminos hacia la democracia en América Latina

Eje V – La psicología y las luchas colectivas. Construcción del buen vivir

****Confira adelante la descripción de cada eje.

 

MODALIDADES PARA PRESENTACIÓN DE TRABAJOS:

Plazo hasta el 20/05 (INSCRIPCIONES CERRADAS):

  • Mesa Redonda, Rueda de Conversación Temática, Comunicación Oral para Mesa de Trabajos Libres y Pôster

Plazo hasta el 20/06:

 

ORGANIZACIÓN DEL CONGRESO:

Unión Latinoamericana de Entidades de Psicología

Conselho Federal de Psicologia – CFP

Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região – CRP SP

 

DUDAS:

Correo electrónico: congresso2025@ulapsi.org

Whatsapp: +55 11 94165-9714

 

.:: COMITÊS DO CONGRESSO | COMITÉS DEL CONGRESO ::.

 

PRESIDENTA DO CONGRESSO: Carolina Moll – Secretária Geral Ulapsi

COMITÊ EXECUTIVO, LOGÍSTICO E FINANÇAS: Talita Fabiano de Carvalho – CRP 06 (Brasil) – coordenação, Bárbara Zas Ros – Ulapsi (Cuba), Camila Andrade de Oliveira – CRP 06 (Brasil), Carolina Moll – Ulapsi (Uruguai), Elisa Zaneratto Rosa – Ulapsi Brasil / ISL (Brasil), Evandro Morais Peixoto – CFP (Brasil) e Maria da Glória Calado – Ulapsi (Brasil)

COMITÊ CIENTÍFICO: Neuza Guareschi – CFP (Brasil) – coordenação, Ana Mercês Bahia Bock – ISL (Brasil), Bruno Correia da Mota – ANPSINEP (Brasil), Carolina Moll Cerizola – Ulapsi (Uruguai), Diego Timpanaro – Ulapsi (Argentina), Dreyf de Assis Gonçalves – CRP 06 (Brasil), Jefferson de Oliveira – ANPSINEP (Brasil), Paulo Karai Xondaro – CRP 08 (Brasil), Raquel Guillens – Ulapsi (México), Sonia Mari Shima Barroco – ABRAPEE (Brasil) e Susana Ferrer – CPU (Uruguai)

COMITÊ COMUNICAÇÃO: Elisa Zaneratto Rosa – Ulapsi Brasil / ISL (Brasil) e Evandro Morais Peixoto – CFP (Brasil)

COMITÊ ORGANIZADOR: Talita Fabiano de Carvalho – CRP 06 (coordenação), Alayde Maria Pinto Digiovanni – ABRAPEE, Ana Carolina Freire Lopes – CRP 02, Bruno Correia da Mota – ANPSINEP, Dreyf de Assis Gonçalves – CRP 06, Elisa Zaneratto Rosa – Conselheira Ulapsi Brasil / Instituto Silvia Lane , Evandro Morais Peixoto – CFP, Iolete Ribeiro da Silva – ABRAPSO, Jefferson de Oliveira – ANPSINEP, Márcia Maria da Silva – CRP 01, Marcos Ribeiro Ferreira – ISL, Maria da Conceição Costa – ANPSINEP, Natália de Sousa Martins – CRP 11, Niveamara Sidrac Lima Barros – CRP 11, Paulo Karai Xondaro Oliveira – CRP 08, Sara Gladys Toninato – CRP 08 e Thessa Guimarães – CRP 01

 

PRESIDENTA DEL CONGRESO: Carolina Moll – Secretaria General Ulapsi

COMITÉ EJECUTIVO, LOGÍSTICO Y FINANZAS: Talita Fabiano de Carvalho – CRP 06 (Brasil) – coordinación, Bárbara Zas Ros – Ulapsi (Cuba), Camila Andrade de Oliveira – CRP 06 (Brasil), Carolina Moll – Ulapsi (Uruguay), Elisa Zaneratto Rosa – Ulapsi Brasil / ISL (Brasil), Evandro Morais Peixoto – CFP (Brasil) y Maria da Glória Calado – Ulapsi (Brasil) 

COMITÉ CIENTÍFICO: Neuza Guareschi – CFP (Brasil) – coordenação, Ana Mercês Bahia Bock – ISL (Brasil), Bruno Correia da Mota – ANPSINEP (Brasil), Carolina Moll Cerizola – Ulapsi (Uruguay), Diego Timpanaro – Ulapsi (Argentina), Dreyf de Assis Gonçalves – CRP 06 (Brasil), Jefferson de Oliveira – ANPSINEP (Brasil), Paulo Karai Xondaro – CRP 08 (Brasil), Raquel Guillens – Ulapsi (México), Sonia Mari Shima Barroco – ABRAPEE (Brasil) e Susana Ferrer – CPU (Uruguay)

COMITÊ COMUNICACIÓN: Elisa Zaneratto Rosa – Ulapsi Brasil / ISL (Brasil) e Evandro Morais Peixoto – CFP (Brasil)

COMITÉ ORGANIZADOR: Talita Fabiano de Carvalho – CRP 06 (coordinación), Alayde Maria Pinto Digiovanni – ABRAPEE, Ana Carolina Freire Lopes – CRP 02, Bruno Correia da Mota – ANPSINEP, Dreyf de Assis Gonçalves – CRP 06, Elisa Zaneratto Rosa – Conselheira Ulapsi Brasil / Instituto Silvia Lane , Evandro Morais Peixoto – CFP, Iolete Ribeiro da Silva – ABRAPSO, Jefferson de Oliveira – ANPSINEP, Márcia Maria da Silva – CRP 01, Marcos Ribeiro Ferreira – ISL, Maria da Conceição Costa – ANPSINEP, Natália de Sousa Martins – CRP 11, Niveamara Sidrac Lima Barros – CRP 11, Paulo Karai Xondaro Oliveira – CRP 08, Sara Gladys Toninato – CRP 08 y Thessa Guimarães – CRP 01

.:: TAXA DE INSCRIÇÃO | CUOTA DE INSCRIPCIÓN ::.

Inscrições antecipadas encerradas em dia 27/07/2025.

 

*** Solicitação de Isenção por Cotas Afirmativas (inscrições encerradas em 25/07) 

Clique aqui e conheça os critérios para isenção por cotas afirmativas para participação no X Congresso Ulapsi. Todos os pedidos de isenção passarão por avaliação da Comissão Organizadora.

 

*** Política de Reembolso

Justificativas e documentações necessárias para a solicitação de reembolso X Congresso Ulapsi:

O processo de reembolso iniciará através do preenchimento do formulário (clique aqui) e envio da documentação solicitada.
Todos os pedidos de isenção passarão por avaliação da Comissão Organizadora.

 

Dúvidas entre em contato com a secretaria do Congresso através do email: congresso2025@ulapsi.org ou pelo Whatsapp: +55 11 94165-9714.

 


.:: INSCREVA-SE | INSCRIBIRSE ::.

PARTICIPANTES BRASILEIRAS/OS:

Inscrição de Participação antecipada encerrada

Inscrição de Trabalhos

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

PARTICIPANTES DESDE OTROS PAÍSES DE LA AMÉRICA LATINA Y CARIBE:

Inscripción de Participación con antelación cerrada

Inscripción de Trabajos

INSCRIPCIONES CERRADAS


.:: PROGRAMAÇÃO | PROGRAMACIÓN ::.

 

CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O APP E CONFERIR A LISTA COMPLETA DAS ATIVIDAES QUE SERÃO APRESENTADAS DURANTE O X CONGRESSO

 

 


.:: CONTATO | CONTACTO ::.

 

Dúvidas e mais informações | Dudas y más informaciones:

Whatsapp: +55 11 94165-9714

Email: congresso2025@ulapsi.org

Instagram: @ulapsi.americalatina

Facebook: @ulapsi.americalatina


.:: EMENTA DOS EIXOS | DESCRIPCIÓN DE LOS EJES ::.

 

EIXO 1: Impactos subjetivos da violência estrutural na América Latina

No eixo «Impactos subjetivos da violência estrutural na América Latina» serão aceitos trabalhos que discutam os efeitos psicossociais que as violências estruturais exercem sobre os sujeitos e comunidades na América Latina. A violência estrutural se vincula às formas de opressão e desigualdade que, na América Latina, estão intimamente relacionadas aos processos de colonização e colonialidade sistematicamente incorporadas nas diversas instituições e que resultam em sofrimentos psíquicos e sociais profundos. Os trabalhos submetidos para este eixo podem explorar: A relação entre violência estrutural e processos sociais de saúde; Estudos de caso o modo como as violências estruturais impactam a vida cotidiana e o bem-estar das comunidades; Análises teóricas sobre os mecanismos pelos quais as violências estruturais perpetuam processos de marginalização e vulnerabilização das condições de existência; Intervenções comunitárias e estratégias de resistência que busquem mitigar os efeitos das violências estruturais.

EIXO 2: Contribuições da Psicologia para as políticas de garantia e ampliação de direitos

O eixo «Contribuições da Psicologia para as políticas de garantia e ampliação de direitos» receberá trabalhos sobre a forma como a psicologia pode produzir intervenções e apoiar a formulação, implementação e avaliação de políticas públicas que objetivem a garantia e ampliação de direitos. O eixo estimula a submissão de trabalhos que problematizem a relação entre a psicologia e as políticas públicas, em saúde, saúde mental, assistência social e educação, primordialmente, de maneira intersetorial e interseccional. Os trabalhos devem estar alinhados com a importância de compreender a relação entre garantias de direitos e produção de subjetividade no contexto das relações sociais e de poder. Assim, os trabalhos submetidos para este eixo podem incluir: Análises de políticas públicas existentes e suas implicações aos diferentes grupos sociais e processos territoriais; Estudos de caso que deem visibilidade a intervenções em psicologia que possam contribuir para a efetivação de direitos em diversos contextos; Relatos de pesquisas sobre o impacto das políticas de garantia de direitos nas diversas dimensões da vida das populações; Propostas melhorias em políticas existentes, baseadas em trabalhos realizados junto aos coletivos relacionados às políticas em discussão; Reflexões teóricas sobre o papel da psicologia na promoção da equidade e na luta contra as diversas formas de violência, marginalização e produção de vulnerabilidades.

EIXO 3: Intervenções comunitárias da Psicologia e desafios dos territórios latino-americanos

O eixo «Intervenções comunitárias da Psicologia e desafios dos territórios latino-americanos» focaliza as práticas e estratégias utilizadas pela psicologia no enfrentamento dos desafios específicos dos territórios na América Latina. O eixo estimula a submissão de trabalhos que tenham como premissa a exposição de intervenções comunitárias cujas experiências sejam de promoção da cidadania, práticas de resistência e protagonismo social visando a garantia de direitos e a justiça social em contextos marcados por desigualdades e opressões estruturais. Enfatiza-se que os trabalhos submetidos para este eixo possam incluir: Estudos de caso que explorem/visibilizem intervenções comunitárias em diferentes contextos latino-americanos; Análises teóricas sobre os desafios enfrentados pelas comunidades na América Latina e como a psicologia pode contribuir com pesquisas sobre o impacto das intervenções para o enfrentamento desses desafios nas diversas dimensões de existência das populações; Propostas de novas abordagens ou melhorias na forma de operacionalização das intervenções já existentes; Reflexões sobre como a psicologia impacta na promoção da equidade, constituição de possibilidades de vida e no enfrentamento às diversas formas de violência.

EIXO 4: Subjetividades e caminhos da democracia na América Latina

O eixo «Subjetividades e caminhos da democracia na América Latina» tem como objetivo acolher trabalhos que sustentem uma perspectiva crítica de análise da relação entre a produção de subjetividade, a constituição de possibilidades de existência e a construção democrática da América Latina. Ou seja, a imbricação entre democracia, coletividades e produção de subjetividade. Os trabalhos submetidos para este eixo podem ser: Trabalhos teóricos sobre a relação entre subjetividade e democracia, considerando as experiências coletivas na luta pela construção da democracia; Estudos de caso sobre as intervenções comunitárias e o fortalecimento da participação coletiva na construção da democracia e da cidadania ativa em diferentes contextos latino-americanos; Reflexões sobre o percurso histórico da construção democrática na América Latina e o papel da psicologia na promoção dos direitos, possibilidades de vida e práticas de resistência.

EIXO 5: Psicologia e lutas coletivas para a construção do Bem Viver

O presente eixo tem como foco a apreciação de trabalhos que explorem a interseção entre a psicologia e as lutas coletivas, com o objetivo de promover o bem viver. O conceito de bem viver emerge de debates e ideias advindas das cosmovisões dos povos originários, proporcionando outras concepções de vida que diametralmente distintas das perspectivas eurocentradas-branco-heteropatriarcais e colonizadoras, enfatizando outras formas de relação com a natureza, a coletividade e o equilíbrio entre os seres. Os trabalhos submetidos para este eixo podem ser: Intervenções comunitárias que visibilizem práticas de resistência e promoção da cidadania cuja máxima seja a do bem viver; Estudos teóricos que reflitam sobre como a psicologia pode ser transformada epistemologicamente mediante as contribuições de outras perspectivas de análise não eurocentradas; Relatos de pesquisa sobre os impactos das lutas coletivas, problematizando, especialmente, as práticas de resistência às diversas formas de violência; Propostas direcionadas às políticas públicas no que diz respeito a outras concepções de cidadania e justiça que abarquem a construção do bem viver e não apenas uma dimensão jurídica abstrata.

EJE 1: Impactos subjetivos de la violencia estructural en América Latina

En el eje «Impactos subjetivos de la violencia estructural en América Latina» serán aceptados trabajos que discutan los efectos psicosociales que las violencias estructurales ejercen sobre los sujetos y comunidades en América Latina. La violencia estructural se vincula a las formas de opresión y desigualdad que, en América Latina, están íntimamente relacionadas con los procesos de colonización y colonialidad sistemáticamente incorporadas en las diversas instituciones y que resultan en sufrimientos psíquicos y sociales profundos. Los trabajos sometidos para este eje pueden explorar: La relación entre violencia estructural y procesos sociales de salud; Estudios de caso sobre el modo en que las violencias estructurales impactan la vida cotidiana y el bienestar de las comunidades; Análisis teóricos sobre los mecanismos por los cuales las violencias estructurales perpetúan procesos de marginación y vulnerabilidad de las condiciones de existencia; Intervenciones comunitarias y estrategias de resistencia que busquen mitigar los efectos de las violencias estructurales.

EJE 2: Aportes de la Psicología a las políticas para garantizar y ampliar derechos

El eje «Aportes de la Psicología a las políticas para garantizar y ampliar derechos» recibirá trabajos sobre la forma en que la psicología puede producir intervenciones y apoyar la formulación, implementación y evaluación de políticas públicas que tengan como objetivo la garantía y ampliación de derechos. El eje estimula la presentación de trabajos que problematicen la relación entre la psicología y las políticas públicas, en salud, salud mental, asistencia social y educación, primordialmente, de manera intersectorial e interseccional. Los trabajos deben estar alineados con la importancia de comprender la relación entre garantías de derechos y producción de subjetividad en el contexto de las relaciones sociales y de poder. Así, los trabajos presentados para este eje pueden incluir: Análisis de políticas públicas existentes y sus implicaciones para los diferentes grupos sociales y procesos territoriales; Estudios de caso que den visibilidad a las intervenciones en psicología que puedan contribuir a la efectivización de derechos en diversos contextos; Relatos de investigaciones sobre el impacto de las políticas de garantía de derechos en las diversas dimensiones de la vida de las poblaciones; Propuestas de mejora en políticas existentes, basadas en trabajos realizados junto a los colectivos relacionados con las políticas en discusión; Reflexiones teóricas sobre el papel de la psicología en la promoción de la equidad y en la lucha contra las diversas formas de violencia, marginación y producción de vulnerabilidades.

EJE 3: Intervenciones comunitarias en Psicología y desafíos en territorios latinoamericanos

El eje «Intervenciones comunitarias en Psicología y desafíos en territorios latinoamericanos» focaliza las prácticas y estrategias utilizadas por la psicología en el enfrentamiento de los desafíos específicos de los territorios en América Latina. El eje estimula la presentación de trabajos que tengan como premisa la exposición de intervenciones comunitarias cuyas experiencias sean de promoción de la ciudadanía, prácticas de resistencia y protagonismo social, con el objetivo de garantizar derechos y justicia social en contextos marcados por desigualdades y opresiones estructurales. Se enfatiza que los trabajos presentados para este eje pueden incluir: Estudios de caso que exploren/visibilicen intervenciones comunitarias en diferentes contextos latinoamericanos; Análisis teóricos sobre los desafíos enfrentados por las comunidades en América Latina y cómo la psicología puede contribuir para enfrentar estos desafíos; Relatos de investigaciones sobre el impacto de las intervenciones comunitarias en las diversas dimensiones de existencia de las poblaciones; Propuestas de nuevos enfoques o mejoras en la forma de operacionalización de las intervenciones ya existentes; Reflexiones sobre cómo la psicología impacta en la promoción de la equidad, la constitución de posibilidades de vida y el enfrentamiento de las diversas formas de violencia.

EJE 4: Subjetividad y caminos hacia la democracia en América Latina

El eje «Subjetividad y caminos hacia la democracia en América Latina» tiene como objetivo acoger trabajos que impliquen y muestren una perspectiva crítica de análisis de la relación entre la producción de subjetividad, la constitución de posibilidades de existencia y la construcción democrática en América Latina. Es decir, la imbricación entre democracia, colectividades y producción de subjetividad. Los trabajos presentados para este eje pueden ser: Trabajos teóricos sobre la relación entre subjetividad y democracia, considerando las experiencias colectivas en la lucha por la construcción de la democracia; Estudios de caso sobre las intervenciones comunitarias y el fortalecimiento de la participación colectiva en la construcción de la democracia y la ciudadanía activa en diferentes contextos latinoamericanos; Reflexiones sobre el recorrido histórico de la construcción democrática en América Latina y el papel de la psicología en la promoción de los derechos, posibilidades de vida y prácticas de resistencia.

EJE 5: La psicología y las luchas colectivas. Construcción del buen vivir

El presente eje, “Psicología y luchas colectivas por la construcción del Buen Vivir”, tiene como foco la apreciación de trabajos que exploren la intersección entre la psicología y las luchas colectivas, con el objetivo de promover el «buen vivir». El concepto de buen vivir emerge de debates e ideas provenientes de las cosmovisiones de los pueblos originarios, proporcionando otras concepciones de vida diametralmente distintas de las perspectivas eurocéntricas-blancas-heteropatriarcales y colonizadoras, enfatizando otras formas de relación con la naturaleza, la colectividad y el equilibrio entre los seres. Los trabajos presentados para este eje pueden ser: Intervenciones comunitarias que visibilicen prácticas de resistencia y promoción de la ciudadanía cuya máxima sea la del buen vivir; Estudios teóricos que reflexionen sobre cómo la psicología puede ser transformada epistemológicamente mediante las contribuciones de otras perspectivas de análisis no eurocéntricas; Relatos de investigación sobre los impactos de las luchas colectivas, problematizando especialmente las prácticas de resistencia a las diversas formas de violencia; Propuestas dirigidas a las políticas públicas en lo que respecta a otras concepciones de ciudadanía y justicia que abarquen la construcción del buen vivir y no solo una dimensión jurídica abstracta.

.:: EU VOU / VOY ::.

 

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