8 DE OUTUBRO: Dia da Psicologia Latino-americana

O que é o 8 DE OUTUBRO: Dia da Psicologia Latino-americana?

 


8 DE OUTUBRO: DIA DA PSICOLOGIA LATINO-AMERICANA — 2020

Dia 8 de outubro comemorou o dia da Psicologia Latino-Americana. A data marca o esforço necessário de produção e fortalecimento, em nossos países, de uma Psicologia crítica. Esta Psicologia é aquela comprometida com as questões sociais historicamente enfrentadas pelos países latino-americanos e capaz de superar os domínios do pensamento colonizado, expressando saberes que respeitem e valorizem referências latino-americanas nos processos subjetivos com os quais atuamos, tendo como horizonte ético a sua emancipação. Nesse momento, o mundo enfrenta a pandemia da COVID 19 e nela, nas políticas adotadas, nos impactos à saúde e à vida da população, nos efeitos psicossociais, refletem-se condições distintas dos muitos países. Como países latino-americanos, guardamos especificidades, mas enfrentamos, nesse processo, lutas comuns, que falam de condições históricas de nosso continente e colocam muitos desafios para a Psicologia latino-americana.
Nesses meses, a Psicologia, por meio do trabalho de milhares de pessoas, tem atuado incansavelmente em nosso continente, em resposta às demandas psicossociais relacionadas à pandemia. Elas são muitas e se expressam em diversos campos da Psicologia, que tem se reinventado e se transformado em sua atuação pelo continente, atenta às especificidades presentes na vida concreta das pessoas que enfrentam, de diversas formas, os impactos psicossociais da crise configurada.

  • Confira abaixo os vídeos das experiências das/dos psicólogas/os da América Latina: «Como você tem feito uma Psicologia comprometida com a defesa dos Direitos Humanos e da democracia diante da pandemia?»

Participe! Envie seu vídeo, até o final do mês, para 8octubre@ulapsi.org, informando seu nome completo e o país em que atua como psicóloga/o.

 

  • Confira também, na íntegra, as duas lives realizadas no dia 08 de outubro:

1ª MESA: IMPACTOS PSICOSOCIALES DE LA PANDEMIA EN AMÉRICA LATINA: RETOS PARA LA PSICOLOGÍA.
Bettina Cuevas – Paraguai;
Andrea Hain, Chile;
Carolina Moll, Uruguai.

2ª MESA: POLÍTICAS PÚBLICAS PARA ENFRENTAR  EL COVID 19 Y EL ROL DE LA PSICOLOGÍA: DIÁLOGOS DE EXPERIENCIAS LATINOAMERICANAS.
Ana María Delgado – Argentina;
Nubia Pesántez – Equador;
Graça Gonçalves, Brasil.

El Día 8 de octubre conmemoró el día de la Psicología Latinoamericana. La fecha marca el esfuerzo necesario de producción y fortalecimiento, en nuestros países, de una Psicología crítica. Esta Psicología es aquella comprometida con las cuestiones sociales históricamente enfrentadas por los países latinoamericanos y capaz de superar los dominios del pensamiento colonizado, expresando conocimientos que respeten y valoricen referencias latinoamericanas en los procesos subjetivos con los cuales actuamos, teniendo como horizonte ético su emancipación. En este momento, el mundo enfrenta la pandemia del COVID 19 y en ella, en las políticas adoptadas, en los impactos a la salud y la vida de la población, en los efectos psicosociales, se reflejan condiciones distintas de los países. Como países latinoamericanos, tenemos especificidades, pero enfrentamos, en ese proceso, luchas similares, que hablan de condiciones históricas de nuestro continente y nos presentan muchos retos para la Psicología latinoamericana.
En estos meses, la Psicología, por medio del trabajo de millares de personas, ha actuado incansablemente en nuestro continente, como respuesta a las demandas psicosociales relacionadas a la pandemia. Son muchas y se expresan en diversos campos de la Psicología, que se reinventa y transforma en su actuar por el continente, frente a las especificidades presentes en la vida concreta de las personas que luchan, de diferentes maneras, ante los impactos psicosociales de la crisis configurada.

¡Participa! Envía tu vídeo, hasta el fín del més, a 8octubre@ulapsi.org, indicando tu nombre completo y el país en el que estás ejerciendo como psicóloga/o.

 

  • Conozca tambien, en su totalidad, las dos transmisiones realizadas el 08 de octubre:

1ª ACTIVIDAD – IMPACTOS PSICOSOCIALES DE LA PANDEMIA EN AMÉRICA LATINA: RETOS PARA LA PSICOLOGÍA.
Bettina Cuevas – Paraguay;
Andrea Hain, Chile;
Carolina Moll, Uruguay.

2ª ACTIVIDAD: POLÍTICAS PÚBLICAS PARA ENFRENTAR EL COVID 19 Y EL ROL DE LA PSICOLOGÍA: DIÁLOGOS DE EXPERIENCIAS LATINOAMERICANAS.
Ana María Delgado – Argentina;
Nubia Pesántez – Equador;
Graça Gonçalves, Brasil.


8 DE OUTUBRO: DIA DA PSICOLOGIA LATINO-AMERICANA — 2019

 

Vamos celebrar frutos colectivos, vamos assumir os desafios e reforçar a união!
Saudações neste dia 8 de outubro – dia da Psicologia Latino-Americana!


8 DE OUTUBRO: DIA DA PSICOLOGIA LATINO-AMERICANA — 2015


COMEMORANDO 8 DE OUTUBRO: DIA DA PSICOLOGIA LATINO-AMERICANA

Em 08 de out­ubro de 1967 foi assas­si­nado Ernesto Che Gue­vara. Em 2006, na Assem­bléia da União Latino-Americana de Enti­dades de Psi­colo­gia (ULAPSI) se decidiu tomar esta data como referên­cia para iden­ti­dade e unidade dos psicól­o­gos em nossa região.

A data é sim­bólica e rep­re­senta o esforço de uma América Latina autônoma, car­ac­ter­i­zada por condições dig­nas de vida, livre da vio­lên­cia decor­rente das estru­turas soci­ais desiguais e livre da repressão e da vio­lên­cia do Estado.

Os psicól­o­gos e psicólo­gas, que aqui vivem e tra­bal­ham, enten­dem que a Psi­colo­gia, como ciên­cia e como profis­são, exige um com­pro­misso com as lutas soci­ais, pop­u­lares e democráti­cas e com a trans­for­mação das condições indig­nas de vida que mar­cam os países latino-americanos.

A Psi­colo­gia pode e deve con­tribuir para esta trans­for­mação a par­tir de seus saberes e faz­eres profis­sion­ais.

A ULAPSI, neste 08 de out­ubro, confraterniza-se com todos os psicól­o­gos e psicólo­gas latino-americanos, incen­ti­vando o diál­ogo e o recon­hec­i­mento de nosso per­tenci­mento histórico a este con­ti­nente, con­vo­cando a todos para a pro­dução de uma Psi­colo­gia com e para a América Latina.

Nosso tra­balho deve estar voltado para nosso povo e a Psi­colo­gia deve atuar guiada pela busca do bem comum. Nosso con­hec­i­mento deve estar sem­pre a serviço da pro­dução rig­orosa de um saber des­col­o­nizado que possa respon­der às urgên­cias e neces­si­dades de nos­sas sociedades.

CONSELHO EXECUTIVO DA UNIÃO LATINO-AMERICANA DE ENTIDADES DE PSICOLOGIA-ULAPSI
AMÉRICA LATINA, 08 DE OUTUBRO DE 2011


CELEBRANDO EL 8 DE OCTUBRE: DIA DE LA PSICOLOGÍA LATINOAMERICANA

Veja aqui as men­sagens com per­gun­tas e saudações envi­adas pelas pes­soas que acom­pan­haram o debate on line Uma Psi­colo­gia para a América Latina: entre nessa con­versa!, em comem­o­ração ao Dia do psicól­ogo latino-americano. O debate teve 6.740 pon­tos conectados.


COMEMORANDO 8 DE OUTUBRO: DIA DAPSICOLOGIA LATINO-AMERICANA

A história não se pode mudar, mas se pode recuperá-la e repará-la, o que supõe uma iden­ti­dade que nos aprox­ima de um hor­i­zonte de libertação.A chave para o nosso con­hec­i­mento está na recu­per­ação do que é nosso. Esta recu­per­ação sig­nifica dig­nidade, sentir-se per­ten­cendo ao nosso povo. É ter uma tradição, cul­tura e, acima de tudo, é res­gatar todos os cos­tumes, for­mas de orga­ni­za­ção e tra­balho, val­ores e nor­mas que servi­ram ontem e servem hoje para a libertação.Faz 43 anos que mor­reu umas das mais sig­ni­fica­ti­vas refer­ên­cias da iden­ti­dade latino-americana, Ernesto Gue­vara, em 08 de out­ubro. Em 2006, na Assem­bléia da União Latino-Americana de Enti­dades de Psi­colo­gia (ULAPSI) se decidiu tomar esta data como refer­ên­cia para iden­ti­dade e unidade dos psicól­o­gos na América Latina.Na con­jun­tura atual de nos­sos países há muito prob­le­mas e difi­cul­dades e acred­i­ta­mos que nós, os latino-americanos, temos pro­postas para enfrentar estes desafios a par­tir de pro­je­tos próprios, incluindo a recu­per­ação e a recon­strução das refer­ên­cias axi­ológ­i­cas das cul­turas nati­vas, tais como: os val­ores comu­nitários, o respeito pela Mãe Terra, as relações solidárias e comu­nitárias, contrapondo-se aos val­ores indi­vid­u­al­is­tas da sociedade mod­erna. Nós, psicólo­gas e psicól­o­gos latino-americanos, dev­er­e­mos nos afas­tar de todas as refer­ên­cias da pós-modernidade, de esque­mas psi­cológi­cos que se inserem no pen­sa­mento niilista e cético.Nós, psicólo­gas e psicól­o­gos latino-americanos, dese­jamos par­tic­i­par com nos­sos con­hec­i­men­tos e práti­cas e para isso nos com­pro­m­e­te­mos com a pro­dução de uma psi­colo­gia latino-americana. Uma Psi­colo­gia que olhe para a América Latina, que perceba seus prob­le­mas e responda às suas urgên­cias e neces­si­dades. 8 de out­ubro é uma data sim­bólica para cel­e­brar nos­sos esforços e nos­sas vitórias nessa direção. É uma data para ren­o­var nossa dis­posição de luta e tra­balho por uma América Latina mais justa e respeitosa da real­i­dade de sua gente, a par­tir do for­t­alec­i­mento de uma Psi­colo­gia com todos e para todos.

CONSELHO EXECUTIVO DA UNIÃOLATINO-AMERICANA DE ENTIDADES DEPSICOLOGIA
08 DE OUTUBRO DE 2010

CELEBRANDO EL 8 DE OCTUBRE: DIA DE LAPSICOLOGÍA LATINOAMERICANA

La his­to­ria no se puede cam­biar, pero si se la puede recu­perar y reparar, lo que supone una prop­uesta de iden­ti­dad que nos acerca hacia un hor­i­zonte de liberación.La clave de nue­stro conocimiento se encuen­tra en la recu­peración y la reparación de lo nue­stro. Recu­peración es dig­nifi­cación, es sen­tir perte­nen­cia a nue­stros pueb­los. Es con­tar con una cul­tura, tradi­ción y sobre todo, es rescatar todas aque­l­las cos­tum­bres, for­mas de orga­ni­zación y tra­bajo, de val­ores y nor­mas que sirvieron ayer y servirán hoy para la liberación.Hace 43 años se dio muerte a uno de los ref­er­entes más sig­ni­fica­tivos de la iden­ti­dad lati­noamer­i­cana Ernesto Gue­vara, el día 8 de octubre del año 2006 la Asam­blea anual de Unión Lati­noamer­i­cana de Enti­dades de Psi­cología (ULAPSI) decide asumir esta fecha, como ref­er­ente de la iden­ti­dad y unidad los psicól­o­gos y psicólo­gas de América Latina.En la coyun­tura actual de nue­stros países hay muchos prob­le­mas y difi­cul­tades y creemos que los lati­noamer­i­canos ten­emos prop­ues­tas para afrontar estos desafíos a par­tir de una idios­in­cra­sia propia, incluyendo la recu­peración y recon­struc­ción de los ref­er­entes axi­ológi­cos de las cul­turas amerindias, como ser: los val­ores comu­ni­tar­ios, el respeto por la madre tierra, las rela­ciones sol­i­darias y comu­nales, frente a los val­ores indi­vid­u­al­is­tas de la sociedad mod­erna, donde cada per­sona es percibida como parte de la nat­u­raleza, de la comu­nidad y del cos­mos. Las psicólo­gas y psicól­o­gos lati­noamer­i­canos deberíamos ale­jarnos de todo aque­l­los ref­er­entes de la pos­mod­ernidad, de esque­mas psi­cológi­cos que se inser­tan en el pen­samiento nihilista y escéptico.Los y las psicólogos/as lati­noamer­i­canos deseamos par­tic­i­par con nue­stros conocimien­tos y prac­ti­cas y por ello nos com­pro­m­e­te­mos con la pro­duc­ción de una psi­cología lati­noamer­i­cana. Una psi­cología que mire a América Latina, que perciba sus prob­le­mas y responda a sus urgen­cias y necesi­dades. El 08 de octubre es una fecha sim­bólica para cel­e­brar nue­stros esfuer­zos y nues­tras vic­to­rias en esa direc­ción. Es una fecha para ren­o­var nues­tra dis­posi­ción de lucha y tra­bajo por una Lati­noamérica más justa y respetu­osa de la real­i­dad de su gente, a par­tir del for­t­alec­imiento de una psi­cología con todos y para todos.

CONSEJO EJECUTIVO DE LA UNIÓNLATINOAMERICANA DE ENTIDADES DE PSICOLOGÍA
08 DE OCTUBRE DE 2010


8 de out­ubro: DIA DA PSICOLOGIA LATINO-AMERICANA

“Ningún pueblo de América Latina es débil, porque forma parte de una familia de doscien­tos mil­lones de her­manos que pade­cen las mis­mas mis­e­rias, alber­gan los mis­mos sen­timien­tos, tienen el mismo ene­migo, sueñan todas un mismo mejor des­tino y cuen­tan con la sol­i­dari­dad de todos los hom­bres y mujeres hon­ra­dos del mundo.“

(Ernesto Gue­vara — Che)A União Latino-americana de Enti­dades de Psi­colo­gia –ULAPSI – comem­ora a cada dia 08 de out­ubro, o DIA DAPSICOLOGIA LATINO-AMERICANA.A data é de grande sig­nifi­cação: o desa­parec­i­mento físico de Ernesto “Che” Gue­vara, um homem que son­hou e lutou pela América Latina.Somos mil­hares de psicól­o­gos y psicólo­gas que tra­bal­hamos diari­a­mente para con­struir uma nova psi­colo­gia em nossa América Latina: uma Psi­colo­gia vin­cu­lada às neces­si­dades e son­hos de nosso povo; uma Psi­colo­gia que con­tribua para o desen­volvi­mento de uma sociedade mais democrática e com maior justiça social, que favoreça a con­strução de condições dig­nas de vida, e por um mundo melhor.Nossa América Latina tem uma longa história de desigualdade social, de pobreza. Durante muitos anos nos arrebataram a pos­si­bil­i­dade de con­struir nosso próprio des­tino, com nos­sas próprias mãos. A Psi­colo­gia que a ULAPSI pro­move está deci­dida a lutar por uma nova América Latina! Quer­e­mos uma Psi­colo­gia voltada para a vida real de nosso povo. Quer­e­mos que nos­sos con­hec­i­men­tos e nos­sas práti­cas este­jam a serviço de nossa gente. Quer­e­mos uma Psi­colo­gia latino-americana para América Latina, e que deste lugar dia­logue com a pro­dução da Psi­colo­gia em todo o mundo!Pensamos em uma Psi­colo­gia nutrida da riqueza de nossa real­i­dade; unida na difer­ença, porque a diver­si­dade é parte de nossa história, de nos­sas cul­turas; com­pro­metida com nos­sas neces­si­dades. É necessário inven­tar em cada lugar de pro­dução de con­hec­i­mento e de práti­cas profis­sion­ais a Psi­colo­gia que pre­cisa a América Latina. E para isto ter­e­mos que estar dis­pos­tos a mudar: a nos rein­ven­tar­mos sem­pre, como cidadãos e como psicólogos.“O prob­lema não é inven­tar. É ser inven­tado hora após hora e nunca ficar pronta a nossa edição con­vin­cente.”

(Car­los Drum­mond de Andrade)Este 08 de out­ubro, em que recor­damos a “Che” e assum­i­mos seu exem­plo lib­er­ta­dor, con­vi­damos a todos os psicól­o­gos e psicólo­gas latino-americanos a reunirem esforços para pen­sar e realizar jun­tos este pro­jeto da Psi­colo­gia, herdeiro dos mais dig­nos son­hos da América Latina. Que cada um, em seu lugar de tra­balho, possa estar a serviço deste projeto.“Somos o que faze­mos, mas somos prin­ci­pal­mente, o que faze­mos para mudar o que somos.”

(Eduardo Galeano)Con­selho Exec­u­tivo
ULAPSI – União Latino-americana de Enti­dades de Psi­colo­gia
América Latina, out­ubro de 2009.

8 de octubre: DÍA DE LA PSICOLOGÍALATINOAMERICANA“Ningún pueblo de América Latina es débil, porque forma parte de una familia de doscien­tos mil­lones de her­manos que pade­cen las mis­mas mis­e­rias, alber­gan los mis­mos sen­timien­tos, tienen el mismo ene­migo, sueñan todas un mismo mejor des­tino y cuen­tan con la sol­i­dari­dad de todos los hom­bres y mujeres hon­ra­dos del mundo.“

(Ernesto Gue­vara — Che)La Unión Lati­noamer­i­cana de Enti­dades de Psi­cología –ULAPSI– cel­e­bra, cada 8 de octubre, el DÍA DE LA PSICOLOGÍALATINOAMERICANA.Es una fecha de gran sig­nifi­cación: la desapari­ción física de Ernesto “Che” Gue­vara, un hom­bre que soñó y luchó por América Latina.Somos mil­lares los psicól­o­gos y psicólo­gas que tra­ba­jamos diari­a­mente para con­struir una nueva psi­cología en nues­tra América Latina: una Psi­cología vin­cu­lada a las necesi­dades y anh­e­los de nue­stros pueb­los; una Psi­cología que con­tribuya al desar­rollo de una sociedad más democrática y con mayor jus­ti­cia social, que favorezca la con­struc­ción de condi­ciones de vida dig­nas, y a un mundo mejor.Nuestra América Latina tiene una larga his­to­ria de desigual­dad social, de pobreza. Durante muchos años nos ha sido arrebatada la posi­bil­i­dad de con­struir nue­stro pro­pio des­tino, con nues­tras propias manos. ¡La Psi­cología que ULAPSI pro­mueve esta deci­dida a luchar por una nueva América Latina! Quer­e­mos una Psi­cología vol­cada hacia la vida real de nue­stros pueb­los. Quer­e­mos que nue­stros conocimien­tos y nues­tras prác­ti­cas estén al ser­vi­cio de nues­tra gente. ¡Quer­e­mos una Psi­cología lati­noamer­i­cana para América Latina y que desde su especi­fi­ci­dad dia­logue con la pro­duc­ción de la Psi­cología en todo el mundo!Pensamos en una Psi­cología nutrida de la riqueza de nues­tra real­i­dad; unida en las difer­en­cias, porque la diver­si­dad es parte de nues­tra his­to­ria, de nues­tras cul­turas; com­pro­metida con nues­tras necesi­dades. Es nece­sario inven­tar en cada lugar de pro­duc­ción de conocimiento y de prác­ti­cas pro­fe­sion­ales la Psi­cología que pre­cisa América Latina. Y para eso ten­emos que estar dis­puestos a cam­biar: a rein­ven­tarnos siem­pre, como ciu­dadanos y como psicólogos.“O prob­lema não é inven­tar. É ser inven­tado hora após hora e nunca ficar pronta a nossa edição con­vin­cente.”

(Car­los Drum­mond de Andrade)Este 8 de octubre, en que recor­damos al Che y asum­i­mos su ejem­plo lib­er­ta­dor, invi­ta­mos a todos los psicól­o­gos y psicólo­gas lati­noamer­i­canos a unir esfuer­zos para pen­sar y realizar jun­tos ese proyecto de la Psi­cología, heredero de los más preclaros sueños de América Latina. Que cada uno, desde su lugar de tra­bajo, esté al ser­vi­cio de este proyecto.“Somos lo que hace­mos, pero somos, prin­ci­pal­mente, lo que hace­mos para cam­biar lo que somos.”

(Eduardo Galeano)Con­sejo Ejec­u­tivo
ULAPSI – Unión Lati­noamer­i­cana de Enti­dades de Psi­cología.
América Latina, octubre de 2009.


08.10.2006
8 de octubre-Día de la Psi­cología Latinoamericana
La Junta Extra­or­di­naria de la ULAPSI cel­e­brada en São Paulo, Brasil, en sep­tiem­bre del pre­sente año, acordó recono­cer y pro­mover el día 8 de octubre como “Día de la Psi­cología Latinoamericana”.

Esta decisión es una par­a­dig­mática onomás­tica de una vocación sim­bolizada en la inmensa figura de Ernesto Gue­vara, El Che, y que quiere sub­ra­yar los ine­ludi­bles vín­cu­los y com­pro­misos de la psi­cología con el hom­bre lati­noamer­i­cano y su entorno.

El Día de la Psi­cología Lati­noamer­i­cana es una exce­lente ocasión para reflex­ionar sobre las cir­cun­stan­cias y respon­s­abil­i­dades del tra­bajo de los psicól­o­gos y psicólo­gas en los países lati­noamer­i­canos. Reflex­ionar sobre la “psi­cología lati­noamer­i­cana”, es decir, sus ras­gos cul­tur­ales, sus vari­a­dos gus­tos, val­ores, cos­tum­bres y proyec­tos, sin menoscabo de la iden­ti­dad, y la con­flu­en­cia de necesi­dades y anh­e­los. Real­i­dades y sueños. Un con­ti­nente que se extiende en su geografía con­ti­nen­tal desde el Río Bravo hasta la Patagonia.

Ningún pueblo de América Latina es débil, porque forma parte de una familia de doscien­tos mil­lones de her­manos que pade­cen las mis­mas mis­e­rias, alber­gan los mis­mos sen­timien­tos, tienen el mismo ene­migo, sueñan todas un mismo mejor des­tino y cuen­tan con la sol­i­dari­dad de todos los hom­bres y mujeres hon­ra­dos del mundo” (Che).

Es el pen­samiento del Che el que viene en estos momen­tos a reforzar la con­sti­tu­ción por dere­cho histórico y cul­tural de este con­ti­nente, de la ULAPSI que ha definido sus obje­tivos tác­ti­cos y prop­i­cia vín­cu­los de colab­o­ración entre psicól­o­gos y psicólo­gas de América Latina, difunde los avances teóri­cos, pro­fe­sion­ales y de inves­ti­gación de la psi­cología lati­noamer­i­cana, orga­niza esce­nar­ios para desar­rollo y la par­tic­i­pación pro­fe­sional conjunta.

El hom­bre real­mente llega a su estado de com­pleta humanidad cuando pro­duce sin ser forzado por necesi­dad física a venderse a sí mismo como mer­cancía”, expresó el Che. Los psicól­o­gos lati­noamer­i­canos quer­e­mos con este Día de la Psi­cología Lati­noamer­i­cana, sumarnos a esa noción de hom­bre dueño de su des­tino, de su his­to­ria, de su tierra y de su tra­bajo que con­struy­era Gue­vara. Hablamos de un hom­bre com­pro­metido con su entorno y con sus seme­jantes, y este es el espíritu que nos une en la ULAPSI, el de un psicól­ogo y psicóloga “com­pro­meti­dos en asumir la respon­s­abil­i­dad pro­fe­sional y cien­tí­fica hacia la sociedad en la que tra­ba­jamos y vivi­mos. Este com­pro­miso debe ser coher­ente con el ejer­ci­cio de nues­tras poten­cial­i­dades analíti­cas, cre­ati­vas, educa­ti­vas, críti­cas y trans­for­mado­ras”. (Pro­to­colo sobre Prin­ci­p­ios Éticos para el Ejer­ci­cio Pro­fe­sional de los Psicól­o­gos en el MERCOSUR, noviem­bre de 1997.)

Por esto, con­vo­camos a que esta Jor­nada sea de unidad y que tes­ti­monie la decisión de hacer una Psi­cología con América Latina, para los latinoamericanos.

Esta epopeya que ten­emos delante la van a escribir las masas ham­bri­en­tas de indios, de campesinos sin tierra, de obreros explota­dos; la van a escribir las masas pro­gre­sis­tas, los int­elec­tuales hon­estos y bril­lantes que tanto abun­dan en nues­tras sufridas tier­ras de América Latina. Lucha de masas y de ideas, epopeya que lle­varán ade­lante nue­stros pueb­los mal­trata­dos y des­pre­ci­a­dos por el impe­ri­al­ismo, nue­stros pueb­los descono­ci­dos hasta hoy, que ya empiezan a quitarle el sueño”. (Che).

En nue­stro con­ti­nente, miles de psicólo­gas y psicól­o­gos enraizando su hacer pro­fe­sional en su real­i­dad nacional y con­ti­nen­tal, posi­cionán­dose junto a los más preclaros ide­ales human­istas de lib­er­tad, inde­pen­den­cia, jus­ti­cia e igual­dad, red­i­men­sio­nan las prác­ti­cas pro­fe­sion­ales y cien­tí­fi­cas de la psi­cología hacia su mis­ión trascen­den­tal: “La única final­i­dad de la cien­cia está en aliviar la mis­e­ria de la exis­ten­cia humana” (Bertold Brecht). Luchar por el bien­es­tar y la feli­ci­dad de nue­stros pueb­los nos define.

La hora de su reivin­di­cación, la hora que ella misma se ha elegido, la vienen seña­lando con pre­cisión tam­bién de un extremo a otro del Con­ti­nente. Ahora esta masa anón­ima, esta América de color, som­bría, tac­i­turna, que canta en todo el Con­ti­nente con una misma tris­teza y desen­gaño, ahora esta masa es la que empieza a entrar defin­i­ti­va­mente en su propia his­to­ria, la empieza a escribir con su san­gre, la empieza a sufrir y a morir, porque ahora por los cam­pos y las mon­tañas de América, por las fal­das de sus sier­ras, por sus lla­nuras y sus sel­vas, entre la soledad o el trá­fico de las ciu­dades, en las costas de los grandes océanos y ríos se empieza a estreme­cer este mundo lleno de cora­zones con los puños calientes de deseos de morir por lo suyo, de con­quis­tar sus dere­chos casi quinien­tos años burla­dos por unos y por otros. Ahora, sí, la his­to­ria ten­drá que con­tar con los pobres de América, con los explota­dos y vilipen­di­a­dos, que han deci­dido empezar a escribir ellos mis­mos, para siem­pre, su his­to­ria”. (Che).

La unidad de la Psi­cología lati­noamer­i­cana reside en su inten­cional­i­dad, en el sen­tido de su exis­ten­cia. Ese es el lla­mado de la ULAPSI. El núcleo epis­te­mológico de la psi­cología es el sen­tido real de sus prác­ti­cas. La unidad de la psi­cología lati­noamer­i­cana (emer­gente, sobre­viviente, cre­ativa) quiere ser, será/es una unidad inten­cional. Unidad en el hacer inten­cional. Si nos ponemos a pen­sar jun­tos en qué vamos a hacer en nue­stro con­ti­nente, si lo hace­mos man­co­mu­nada­mente, ten­dremos una Psi­cología latinoamericana.

Ya se les ve por los caminos un día y otro a pie, en mar­chas sin tér­mino de cien­tos de kilómet­ros, para lle­gar hasta los “olimpos” gob­er­nantes a recabar sus dere­chos. Ya se les ve, arma­dos de piedras, de palos, de machetes, en un lado y otro, cada día, ocu­pando las tier­ras, afin­cando sus garfios en las tier­ras que les pertenecen y defendién­dolas con sus vidas, se les ve lle­vando sus cartelones, sus ban­deras, sus consignas, hacién­dolas cor­rer en el viento por entre las mon­tañas o a lo largo de los llanos. Y esa ola de estreme­cido ren­cor, de jus­ti­cia recla­mada, de dere­cho pisoteado, que se empieza a lev­an­tar por entre las tier­ras de América Latina, esa ola ya no parará más. Esa ola ira cre­ciendo cada día que pase. Porque esa ola la for­man los más, los may­ori­tar­ios en todos los aspec­tos, los que acu­mu­lan con tra­bajo las riquezas, crean los val­ores, hacen andar las ruedas de la his­to­ria y que ahora despier­tan del largo sueño embrute­cedor a que los sometieron”. (Che).

Esta­mos en la búsqueda de un descen­tramiento del pen­samiento psi­cológico que anule la dico­tomía esen­cial­ista entre lo real y lo imag­i­nario y desplace las fron­teras de cada uno al inte­rior de un uni­verso único: el espa­cio de la real­i­dad, de nues­tra real­i­dad. El siglo XXI, un siglo de cam­bio es el tiempo para trazar, para cam­i­nar – en los ámbitos psi­cológi­cos, par­tic­u­lar­mente– por otra his­to­ria. La his­to­ria del encuen­tro del sen­tido humano, del re-encuentro con­sigo y con el otro. Que sea América Latina, seamos los psicól­o­gos lati­noamer­i­canos, quienes hag­amos “nues­tra psi­cología” haciendo “nues­tra América”.

Porque esta gran humanidad ha dicho “¡Basta!” y ha echado a andar. Y su mar­cha de gigante, ya no se detendrá hasta con­quis­tar la ver­dadera inde­pen­den­cia”. (Che).

No habrá sino en toda su plu­ral­i­dad, diver­si­dad una Psi­cología América Latina: una Psi­cología con todos y para el bien de todos.

Prof. Manuel Calviño (Cuba)
Lic. Mario J. Molina (Argentina)